Amar pode dar certo - Roberto Shinyashiki


Este livro é a expressão de uma prática amorosa funda, que encontra agora seu momento reflexivo. No fundo, trata-se de uma fenomenologia do amor cotidiano, com suas realizações, suas patologias, suas buscas e suas promessas. E há muita confiança no amor, contra toda uma tendência cética dos que confundem o amor com o desfrute desbr agado da vida. Mas o amor supõe trabalho e arte. 
É verdade que nascemos com imensas potencialidades de amar, mas também somos herdeiros de distorções culturais poderosas, que dificultam a gratificante experiência do amor. Por isso, o amor exige trabalho so bre nós mesmos e, não raro,
contra nós mesmos. Até transformar as pessoas para viverem o amor como a arte de um relacionamento o mais inclusivo possível. 
O amor é a relação básica do ser humano. Somente por ele se expande o sistema da vida e se alarga a percepção do sentido da otalidade. Os maiores inimigos do amor são o medo e a indiferença. O medo estiola a pulsação vital e transforma o amor em angústia. A indiferença supõe a morte do amor. As pessoas antes amadas, na indiferença, perdem significação; o fascínio por elas empalidece, o imaginário se esvazia e o desejo se apaga.


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